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Aos pais...
Uma das maiores dificuldades dos pais diz respeito a mostrar coerência entre seu comportamento e aquilo que ensinam. Em geral, eles empregam muito esforço para ditar regras e princípios de conduta aos filhos, mas lhes transmitem pouca prática. Assim, o que os filhos ouvem, normalmente, é bem diferente do que vêem os pais fazendo. Imaginar que apenas apontar o “caminho do céu” para os filhos é suficiente para educá-los constitui um verdadeiro engano. Seria bom que essa estratégia desse certo, mas não é assim que as coisas funcionam. Os filhos necessitam ver os próprios pais percorrendo diariamente esse caminho. O que os pais precisam ter em mente é que, enquanto estão falando, os filhos estão comparando suas palavras com seus atos. Se houver harmonia entre eles as palavras e os atos, então, os filhos assimilarão a idéia e a ajuda que os pais estão procurando lhes dar. Mas se eles detectarem que há uma lacuna, isto é, uma diferença entre o que se fala e o que se pratica, então terão dificuldades para assimilar as orientações recebidas dos pais. Os filhos realmente aprendem o que vivenciam todos os dias. Se os pais, em vez de justificarem-se, admitissem seus erros... Se os pais, em vez de mentirem, fossem verdadeiros... Se os pais, em vez de confiarem demasiadamente em si e nas pessoas, orassem a Deus... Se os pais, em vez de trapacearem, se portassem com transparência e honestidade... Se os pais, em vez de resolverem seus problemas com gritos, agissem com calma... Se os pais, em vez de reclamarem de alimento, agradecessem a Deus... Se os pais, em vez de maldizerem as pessoas, falassem palavras positivas e de bem... Se os pais, em vez de lerem apenas notícias negativas, lessem livros mais saudáveis... Se os pais, em vez de apenas possuírem uma Bíblia, lessem-na com os filhos... Se os pais, em vez de criarem desculpas para não receber pessoas, abrissem a casa e o coração... Se os pais, em vez de agirem com intolerância, fossem mais receptivos e flexíveis... Se os pais, em vez de serem tão críticos, fossem positivos e animadores com relação às pessoas... Se os pais, em vez de reterem tudo para si, dividissem o que têm com os que necessitam... Se os pais, em vez de reclamarem da vida, soubessem começar o dia inspirados por estar vivos... Se os pais, em vez de olharem a aparência das pessoas, observassem mais a fundo o caráter delas... Se os pais, em vez de procurarem dia e noite por dinheiro, procurassem o sentido da vida... Se os pais, em vez de suprirem apenas o alimento para casa, suprissem cada membro da família com Deus... Se os pais, em vez de dizerem que gostam dos filhos, apresentassem isso com gestos... Se os pais, em vez de apenas cobrarem dos filhos, ajudassem de forma mais prática... Se os pais, em vez de dizerem o que é mais importante, vivessem baseados naquilo que acreditam ser mais importante... Então, não haveria necessidade de tantos discursos, sermões e regras para os filhos, pois estes aprenderiam o que estariam vivenciando. Se os pais começarem a trocar, em seu viver, aquilo que sabem que é inadequado pelo que é certo, o abismo que existe entre “o que se diz” e “o que se faz” diminuirá sensivelmente, garantindo, com isso, um impacto e uma impressão nos filhos que meras palavras são incapazes de causar (Tiago 1:21-25).
* Texto extraído da secção `Aos Pais` do Jornal Árvore da Vida. Para fazer a assinatura dessa
preciosa publicação cristã, acesse o site: www.arvoredavida.org.br/jav
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Aos pais...
Criai os filhos na disciplina e na admoestação do Senhor (Efésios cap. 6 vers. 4)
Educando para a vida
Certa vez, um professor de uma escola de primeiro grau, enquanto ministrava sua aula, disse que no final de sua exposição faria uma pergunta referente ao assunto dado e que daria uma caixa de bombons para o aluno que a respondesse. Depois que o assunto foi exposto, o professor escolheu um, entre muitos alunos, para o grande desafio. E a aluna escolhida foi Diná, uma jovem tímida que sempre optava pelo anonimato. O professor, sabendo disso, aproximou-se da moça e disse:`nós dois sabemos que você é capaz; vamos tentar?!` Quando os rapazes viram de quem se tratava não se contiveram e começaram a rir sem Disfarces. O mestre, imaginando o que se passava na mente dela, começou a operar:`Você está com medo?`. Ela disse:`sim, e também nervosa...`.O professor aproximou-se mais um pouco e disselhe:` agora eu não sou o professor, sou seu amigo. Esqueça as pessoas que estão a sua volta, respire fundo e repita silenciosamente a pergunta só para você; e assim ela fez. Depois de alguns segundos um sorriso começou a brotar no rosto da jovem. Algo fantástico estava ocorrendo com Diná. O professor, que acompanhava todo o processo, parecia estar vendo Diná gerenciando seu medo e nervosismo. Enquanto o sorriso ganhava uma forma mais definida, ele a encorajava dizendo : eu sabia que você podia conseguir. Ali, diante de todos os alunos, aquela jovem não estava mais numa sala de aula, mas em um laboratório da vida, sendo preparada para viver mesmo dentro das pressões da existência humana. Ela estava destruindo seus conceitos de incapacidade que, ao longo dos anos, foi regado no silêncio de sua vida pelos olhares de crítica que ecebeu de sua família, pais e colegas de sala. O professor, feliz, olhou para todos os presentes, com enorme satisfação, e voltou-se mais uma vez para Diná:`filha qual é a resposta?`.A jovem, em posição firme, declarou-a perante todos. A resposta foi certeira. O professor querendo que aquele momento sobrepusesse os vários momentos negativos que ela já havia passado, pediu a todos os colegas de Diná que ficassem de pé e a aplaudissem. Quando ela fez menção de sentar-se o professor disse:`espere um ouco`; então, foi até sua bolsa e retirou dela uma caixa repleta de bombons bonitos e coloridos, suficientes para satisfazer quaisquer gostos. O experiente professor ainda percebeu que outras coisas precisavam ser operadas naquela sala. Com a caixa de bombons nas mãos ele inclinou-se um pouco para ficar na mesma altura da jovem e entregou-lhe os bombons; em seguida disse perante todos: `os bombons são seus e você pode fazer deles o que bem entender, pode até comê-los todos; mas se porventura pensar em dividir com a classe...`.Ela interrompeu o professor e disse que queria dividir. Nesse momento todos os alunos em uníssono bradaram: `eu quero, eu quero, eu quero!`.`Só há uma pequena ressalva: esses bombons só poderão ser divididos com as moças; os rapazes não poderão ganhar um bombom sequer`, disse o professor. A jovem aproximou-se do professor e pediu-lhe, gentilmente, que os rapazes também fossem contados na distribuição dos bombons. O professor refletiu um pouco e disse que podia ser feito como ela quisesse. Então a jovem percorreu toda a sala e distribuiu os bombons, um para cada aluno, até que se viu com um único ombom na mão. Nesse momento ela olhou para os colegas e para o professor e abriu um sorriso gostoso. Diná saiu de onde estava, dirigiu-se ao professor e ofereceu-lhe o bombom. Com a sala em pleno silêncio, ela disse apenas três palavras: `muito, muito obrigada`.O professor pegou o bombom que ganhara e o devolveu à garota dizendo-lhe que o guardasse para lembrar-se sempre que ela era capaz, que tinha um coração cheio de amor e que são pessoas idênticas a ela que estão preparadas para a vida.
Sugerimos aos pais que se reúnam e debaixo da luz do Senhor extraiam as lições que essa história nos proporciona. *Texto extraído da secção `Aos Pais` do Jornal Árvore da Vida. Para fazer a assinatura dessa preciosa publicação cristã, acesse o site: ww.arvoredavida.org.br/jav
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